Arquivo de jul, 2010

TheImageUp – Compartilhe suas imagens gratuitamente

Publicado por Vinicius Pinheiro Em 26/07/2010

Com um designer intuitivo e de fácil utilização, o site TheImageUp desenvolvido pela equipe da Blabloo Network oferece de forma ilimitada todas as funcionalidades já conhecidas dos grandes servidores de hospedagem de imagens.
Após o cadastro e login no site, os usuários poderão acessar a galeria publica e efetuar buscas através do sistema de tags, o que torna a procura por certa imagem mais rápida e especifica.
Segundo Willian Cima (um dos desenvolvedores do site) o objetivo principal é fazer com que todos tenham os mesmos direitos e oferecer um serviço inovador que pense no usuário ao invés dos lucros.

Alem da possibilidade de fazer uploaders simultâneos, o site também possui integração com o pixlr.com, o que possibilita a edição online das fotos, tornando o TheImageUp o lugar ideal para você hospedar suas imagens e compartilha -la com o mundo gratuitamente.

Descubra para que servem as teclas que você não usa

Publicado por Edgar junior Em 24/07/2010

Teclado padrão de computadorDando continuidade ao nosso post sobre os segredos da tecla Alt Gr, hoje vamos explicar para que servem todas aquelas teclas com nomes estranhos presentes no teclado de seu computador. Algumas já são conhecidas mas outras estão ali, paradas, e poderiam quebrar um galhão.

ESC – É a tecla de escape. Serve para interromper uma ação. Geralmente, se você está executando um programa e abre uma caixa de diálogo, janela dentro do programa a qual permite que você escolha alguma opção, pressionar ESC terá o mesmo efeito que apertar o botão Cancelar, ou seja: a janela será fechada e nada vai acontecer. Em alguns jogos, serve para abrir o menu de opções.

F1 – F12 – São as chamadas teclas de função, que executam uma determinada ação dentro de um programa quando pressionadas. É impossível dizer o que todas elas fazem, pois isso depende do programa em questão mas, geralmente, ao pressionar F1, é acionada a ajuda do programa: um conjunto de textos que explicam como utilizar os recursos daquele software; Ao pressionar F10, é acionada a barra de menus, aquele conjunto de palavras como Arquivo e Editar. Você pode selecionar um menu pressionando o caractere sublinhado após ter apertado F10. Esta função também pode ser feita pela tecla Alt. Em navegadores de internet como Mozilla Firefox e Internet Explorer, a tecla F11 coloca a página em tela cheia.

Print Screen – Literalmente, imprimir tela. A função dessa tecla – e das outras duas que estão ao seu lado – remonta ao “tempo do MS-DOS”. Naquela época, ao apertar Print Screen, o sistema mandava o conteúdo da tela para a impressora. Hoje, a função é muito similar: ela captura todo o conteúdo da tela para uma imagem. No Windows, a imagem é copiada para a área de transferência e você pode colá-la no Paint, no Photoshop, no Word ou em qualquer outro programa. No Linux, é exibida uma caixa de diálogo que permite escolher se você quer copiar a imagem para a área de transferência ou salvá-la em um arquivo.

A utilidade desta tecla é indiscutível: você pode “tirar uma foto” de um erro e mandá-la para o técnico ou inserir a tela de um programa em alguma apostila ou tutorial que esteja escrevendo. O que pouca gente sabe, porém, é que se você pressionar Alt + Print Screen, ao invés de tirar uma foto da tela inteira, ela vai capturar apenas a janela ativa naquele momento. Nos Macs, esta tecla não existe, mas sua função pode ser feita pressionando-se shift + maçã + 4.

Scroll Lock – Essa é outra tecla que se originou no “tempo do MS-DOS”. Naquela época, a resolução dos monitores era de… 80×25! Isso tornava quase impossível usar programas de planilha, como o Lotus 1-2-3, o avô do Excel, principalmente quando havia muitos dados. O que essa tecla fazia era travar a posição do cursor quando se rolava o conteúdo da tela com as setas direcionais. O Excel ainda implementa isso mas, hoje, poucos programas a utilizam e ela não tem utilidade prática.

Pause/Break -Como o próprio nome já diz, essa tecla faz uma pausa no programa atual. Não faz muito sentido falar em “pausar o Word”, por exemplo, então vamos a um exemplo prático: abra o Prompt do MS-DOS, digite CD \ para ir à raiz da unidade C: e digite DIR /S . O sistema vai começar a listar todos os arquivos existentes em seu computador. Pressione PAUSE e você verá que a lista vai parar de correr. Pressione outra tecla e você verá que ela continua.

Em alguns jogos, a tecla Pause é usada para pausar o jogo. Outra utilidade é técnica: se você apertá-la durante a tela de contagem de memória ou naquela em que aparece uma tabela antes de o sistema operacional ser carregado, as telas ficarão “travadas” e você poderá anotar algo importante. É só pressionar outra tecla para continuar.

Insert – Em processadores de texto, quando pressionada, ativa um modo de inserção de caracteres onde os caracteres que estão à direita do cursor são sobrescritos à medida que se digita.

Delete - Em processadores de texto, apaga o caractere que está à direita do cursor. Ela também serve para apagar arquivos ou itens de alguma lista ou banco de dados, dependendo do programa.

Home – Em processadores de texto, vai para o início da linha na qual está o cursor. Ctrl + Home vai para o início do documento. Se você a pressionar junto a Shift, todo o texto, da posição atual do cursor até o início da linha na qual ele se encontra será selecionado. Ctrl + Shift + Home seleciona todo o texto da posição atual até o início do documento,

End – o contrário de Home: vai para o final da linha onde está o cursor. Ctrl + End vai para o final do documento. Se você a pressionar junto a Shift, todo o texto, da posição atual do cursor até o final da linha na qual ele se encontra será selecionado. Ctrl + Shift + End seleciona todo o texto da posição atual até o fim do documento,

Page Up e Page Down – Rola o texto na tela em maior quantidade do que as teclas de seta. A quantidade de linhas roladas dependerão do programa utilizado. Se pressionadas junto a Shift, todo o texto rolável será selecionado.

Tab – Teve origem na tecla de tabulação das máquinas de escrever. Nos processadores de texto, move o cursor para a próxima marca de tabulação configurada ou, se esta não existir, avança geralmente o equivalente a 8 espaços. Nas caixas de diálogo, move o cursor para o próximo campo, botão ou barra de rolagem. Shift + Tab move para o controle anterior.

Caps Lock – ao contrário do que todo mundo diz. essa tecla NÃO SERVE para gerar letras maiúsculas  mas, sim, para travar as letras maiúsculas. Segundo os especialistas em digitação, a maneira mais eficiente de escrever-se letras maiúsculas é pressionar a letra junto à tecla Shift.

Shift – Ativa a segunda função de uma tecla, devendo ser pressionada juntamente a esta. No teclado alfabético, muda o estado de capitulação, isto é, se a letra estiver minúscula, ela se torna maiúscula e vice-versa. Também pode imprimir outro caractere, geralmente impresso na parte superior da tecla.

Ctrl – pronunciada como “Control”, é uma tecla modificadora, ou seja, ao ser pressionada junto a outra tecla, fará uma ação especial. Tal ação depende do programa que estiver sendo utilizado, mas existem alguns atalhos comuns: Ctrl + C copia o conteúdo selecionado para a área de transferência; Ctrl + X recorta o conteúdo, isto é, o exclui de seu local atual (a escolha do X deve-se ao fato de ele ser similar a uma tesoura aberta); Ctrl + V cola, ou seja, insere o conteúdo da área de transferência na posição atual do cursor (V lembra um tubo de cola). Isso sem falar no famoso Ctrl + Alt + Del, usado para reiniciar o Windows ou desligar o Linux em modo texto.

Alt – Tecla modificadora similar à Shift. Nos teclados dos computadores do MIT, era chamada de Meta e nos teclados dos Macs é a tecla Option. No Windows, pode-se pressionar Alt e uma sequência no teclado numérico para se inserir um caractere especial.

Alt Gr – Ativa a terceira função de uma tecla.

Tecla com o logotipo do Windows – Essa tecla foi introduzida em 1995 e ativa o menu Iniciar do Windows. Também pode chamar janelas e programas deste sistema se combinada com outras teclas. No Linux, é chamada de tecla Super e não tem uma função específica, embora possa ser configurada pelo usuário.

Tecla com uma seta e uma listinha – Se pressionada, tem o mesmo efeito de se pressionar o botão direito do mouse.

Num Lock – Ativa ou desativa o teclado numérico.

Tecla Fn – Se seu teclado tiver uma tecla Fn e teclas power, sleep e wake up, você deverá pressionar Fn e uma destas teclas para, respectivamente, desligar, hibernar e acordar seu computador. O motivo disto é evitar que você pressione essas teclas especiais acidentalmente enquanto trabalha. Em notebooks, ela pode ser usada para imprimir caracteres especiais ou para acionar funções, como habilitar a saída VGA para um projetor. Nem todos os teclados possuem esta tecla.

Hacker

Os vírus de computador são uma preocupação constante para os usuários de PC. No entanto, existe muita confusão em relação aos termos utilizados para diferenciá-los. Para muitos usuários, todo programa que infecta computadores é um vírus, mas existem diferenças entre vírus, Worms, Trojans, Phishing scam e Malwares. Vamos desmistificá-los agora.

Dá-se o nome de Malware a todo programa de computador que contenha instruções maliciosas com o objetivo de se infiltrar, danificar o sistema, obter informações pessoais ou fazer qualquer outra atividade que possa prejudicar o computador ou seu usuário, direta ou indiretamente. Eles podem ser classificados em vários tipos.

Vírus

Vírus de computador são programas que têm a capacidade de gerar cópias de si mesmo. Para isso, eles contam com uma ação humana, qual seja: inserir um disco ou executar um arquivo.

O primeiro vírus de computador que se tem notícia nasceu em 1986 e era conhecido como Brain. Ele foi criado por uma companhia paquistanesa para monitorar a distribuição de cópias piratas de seu software. Doze anos antes, porém, John Walker, que viria a ser um dos co-autores do AutoCAD e fundador da Autodesk, escreveu um programa chamado ANIMAL, que tinha o poder de se autoduplicar em máquinas UNIVAC 1100. O programa tentava adivinhar um animal de acordo com as respostas do usuário e seu código-fonte está disponível no site dele.

No começo, os vírus infectavam o setor de boot dos disquetes, sendo acionados quando o disco era inserido. Posteriormente, eles começaram a infectar programas executáveis. Os vírus eram copiados para o sistema assim que o usuário chamasse o software infectado. Alguns deles eram disparados em datas específicas ou após um número determinado de inicializações, por exemplo. Eles podiam ficar residentes na memória e se copiarem para outros arquivos. Naquela época, era comum trocar-se e emprestar-se disquetes com programas, especialmente jogos, que podiam conter vírus.

Os primeiros vírus tinham por objetivo fazer apenas brincadeiras “inofensivas” com o usuário, como exibir mensagens ou imagens na tela ou emitir sons a fim de chamar a atenção. Um exemplo clássico é o vírus Walker que, quando acionado, interrompe o sistema e mostra um velhinho caminhando:

Ou o Ambulance, que mostra uma ambulância com uma sirene no prompt de comando:

Worms

Similarmente aos vírus, os Worms também geram cópias de si mesmo, mas de forma automática, sem a interferência humana ou conhecimento do usuário. Eles se popularizaram no final da década de 90, com o advento da Internet. Se, antes, os criadores de vírus queriam apenas chamar a atenção, agora seu objetivo era infectar o maior número de computadores possível, no menor espaço de tempo possível.

Os principais vetores para a disseminação dos Worms foram a exploração das falhas do Windows e o Microsoft Outlook, o cliente de e-mail do sistema da Microsoft e do Office. O Outlook permite que se mande e receba e-mails em formato HTML, o mesmo utilizado nas páginas da Internet, e alguém descobriu que era possível executar scripts nos e-mails enviados neste formato ao programa. Assim, os usuários de Outlook corriam o risco de terem suas máquinas infectadas ao simplesmente abrirem uma mensagem, embora na maioria das vezes o usuário precisasse baixar um arquivo anexo que, uma vez executado, instalava-se no sistema e mandava e-mails com uma cópia de si mesmo para todos os endereços da lista de contato da vítima, obviamente sem seu conhecimento.

Um dos mais famosos Worms que utilizou-se dessa prática foi o Melissa que, em 1999, espalhou-se por todo planeta e causou perdas bilionárias para a indústria.

Outro Worm contemporâneo que alarmou os usuários foi o famoso I Love You. Ele se utilizava de práticas de engenharia social: o usuário recebia um e-mail com uma suposta carta de amor de um(a) amigo(a) e, quando abria a tal carta, o programa malicioso alojava-se no sistema e enviava e-mails para os contatos do Outlook em nome da pessoa. Hoje, o Outlook bloqueia imagens e scripts por padrão.

Tanto o Melissa quanto o I Love You eram Worms de macro. O Melissa, como foi visto no vídeo acima, era um documento do Word. Essa tática foi muito utilizada nesta época, pois documentos do Word geralmente passavam pelos antivírus e não levantavam as suspeitas que seriam causadas por um arquivo executável.

Em Agosto de 2003, um outro Worm, o MS-Blast, mudaria os rumos da Microsoft. Ele exporava uma falha do próprio Windows e tinha o poder de infectar qualquer computador que, simplesmente, estivesse conectado à Internet.

Trojans

Os Cavalos-de-Tróia têm seu nome originário da Guerra de Tróia, episódio histórico onde os gregos presentearam os troianos com um cavalo de madeira, como símbolo de sua desistência mas que, na verdade, escondia soldados em seu interior, os quais, uma vez dentro da cidade, possibilitaram a vitória helênica. São programas que parecem ser úteis e legítimos, como um tocador de MP3, mas que escondem funcionalidades maliciosas.

O primeiro Cavalo de Tróia foi descoberto em 1986. Era o chamado PC-Write, oferecido como um shareware de um processador de textos. Quando o usuário começava a escrever, no entanto, o PC-Write apagava e corrompia arquivos do HD.

Trojans são muito utilizados por hackers – ou script-kiddies, um tipo de hacker que apenas copia códigos criados por outros hackers – com a finalidade de invadir e controlar computadores alheios. Exemplos clássicos de trojans famosos que são utilizados ainda hoje incluem SubSeven, NetBus, ProRat e BackOriffice.

Phishing Scam

É um dos principais golpes utilizados hoje. Atualmente, os hackers não querem mais chamar a atenção, destruir micros ou espalhar seus vírus, eles querem é ganhar dinheiro. Para isso, a técnica mais utilizada é o Phishing Scam. Consiste, basicamente, na aplicação de engenharia social. O hacker, por exemplo, envia para a vítima um e-mail dizendo que sua conta no banco, seu CPF ou o login em algum site será cancelado por motivos de irregularidades. Após alarmar o usuário, a mensagem fraudulenta oferece um link ou o download de algum aplicativo com o qual ele poderá regularizar sua situação. Muitas vezes a mensagem apresenta links que parecem ser legítimos. Veja, abaixo, um exemplo de Phishing aplicado aos usuários da rede social Orkut:

Phishing: cantada no Orkut

Se o usuário acreditar na mensagem e clicar no link, ele poderá ir para uma página fraudulenta ou baixar um aplicativo em seu computador que irá roubar seus dados e informações pessoais ou utilizar sua máquina para envio de spam ou pedofilia.

Como se proteger [Atualizado]

Se você usa Windows, tenha sempre um bom antivírus e firewall instalado e atualizado na máquina. O firewall que vem no Windows não é dos melhores. Se possível, adquira alguma versão do antivírus que já venha com um firewall, geralmente chamadas de “Internet security” ou algo similar. Outro ponto chave é instalar sempre as atualizações mais recentes do Windows, o que pode ser um obstáculo de usuários de versões piratas do sistema.

Quanto aos sites falsos de Phishing, versões atuais dos navegadores mais populares, como Firefox e Internet Explorer, oferecem recursos nativos para proteção, indicando quando uma página é falsa ou não. Essas ferramentas já vêm habilitadas por padrão nos navegadores. Se você usa um navegador antigo, como o Internet Explorer 6, já passou da hora de se atualizar.

O navegador Mozilla Firefox protege os usuários de sites maliciosos.

Outra ferramentas útil na luta contra os sites fraudulentos é o McAfee SiteAdvisor, uma página que classifica os sites da Internet de acordo com seu grau de segurança em três cores: verde – o site é seguro -, amarelo – problemas de pouco risco – e vermelho – o site é prejudicial ao usuário e ao computador. O serviço também disponibiliza complementos para Firefox e Internet Explorer que mostram a classificação do site no navegador em tempo real. A Symantec e o antivírus AVG também possuem serviços similares. Além disso, se você receber um e-mail com uma URL, passe o mouse sobre o endereço e veja se é o mesmo que aparece na barra de status do navegador ou programa de e-mail. Lembre-se que instituições como bancos ou a Receita Federal NUNCA solicitam dados aos clientes por e-mail.

E se você faz home banking, aqui vai uma dica: baixe uma distribuição live-cd de Linux, como a Ubuntu e utilize o sistema para navegar na página de seu banco. É um sistema seguro e imune às pragas virtuais que assolam o Windows.

Mas não basta apenas ter o melhor antivírus para estar protegido. Antes de tudo, é necessário saber onde se clica e não acreditar em todas as mensagens que se recebe.

Fontes de pesquisa deste artigo:
http://www.malima.com.br/article_showall.asp?cat_id=4&parent_id=11&sub_name=Virus&parent_name=Seguran%E7a%20de%20Sistemas
Canal danooct1 no Youtube

Logotipo do WordPressSegundo foi publicado pelo Under-Linux, uma empresa de segurança chamada Sucuri (que nome criativo, não?) alertou que uma nova série de ataques está afetando muitos sites da Web, principalmente os que são baseados em WordPress. A maioria dos ataques parece afetar sites hospedados nos provedores Bluehost e Dreamhost.

Os ataques provém do site whereisdudescars.com (não clique) e consiste na adição de código JavaScript aos sites Web vulneráveis. Quando as páginas dos sites “infectados” são carregadas, esse código efetua a chamada de outro código JavaScript hospedado em www4.realprotection36.co.cc, (não clique) que disponibiliza para o visitante da página um vírus se passando por um falso anti-vírus.

De acordo com a Sucuri, os autores são os mesmos responsáveis pelo ataque ao site losotrama. A empresa já elaborou um script para eliminar o código malicioso.

A Reforma do Direito Autoral

Publicado por Vinicius Pinheiro Em 16/07/2010

Quem tem um ipod, ou qualquer outro aparelho que toque músicas no formato MP3, está fora da lei no Brasil. O simples fato de transferir uma música, ainda que comprada legalmente, de um ambiente para outro fere a Lei nº 9.610, de 1998.
A rodada de debates que aconteceu na ultima quarta feira no Rio de Janeiro teve como tema central a reformulação das leis de direitos autorais em tramitação no Ministerio da Cultura e que promete determinar novas formas de relacionamento entre autores e intermediarios usando como base uma entidade que controlará a arrecadação dos direitos no pais.
Tambem estão previstas mudanças em relação a obras para fins educacionais. Atualmente, é proibido a exibição de filmes em sala de aula e fotocopia de livros, (a legislação permite apenas cópias de “pequenos trechos”).
Em relação aos autores, o projeto de lei deve deixar mais explícitos termos do Código Civil que impedem a onerosidade dos contratos, especificando se tratar de uma licença para uso dos direitos ou uma cessão total e definitiva, deixando mais clara as condições para que juizes avaliem melhor as disputas sobre a questão.
Provisoriamente, o Ministerio da Cultura prevê a criação do Instituto Brasileiro do Direito Autoral (IBDA), inspirado em órgãos semelhantes existentes em outros países. A comparação interna é feita com o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi), que cuida de marcas e patentes de empresas.
Atualmente, o Escritório de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais (Ecad) tem monopólio da cobrança dos direitos musicais, A cobrança do Ecad é dada por uma tarifa específica, denominada Unidade de Direito Autoral (UDA), definida em assembleia-geral. No caso de outras formas de arte, o controle dos direitos é feito pelas próprias editoras e distribuidoras das obras.
Os direitos autorais representaram, no ano passado, transferência de US$ 1,5 bilhão do Brasil apenas para os EUA, maior mercado para onde são enviados recursos referentes aos mesmos.
Porém, o Brasil já foi ameaçado pela criação de paineis na Organização Mundial do Comércio (OMC). A OMC regulamenta as relações entre países na questão dos direitos autorais por meio do Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual relacionados ao Comércio de 1995.
A revisão da Lei dos Direitos Autorais que será proposta pelo Ministério da Cultura traz previsões genéricas para a criação cultural no âmbito da internet. O inciso VI do artigo 29, por exemplo, será refeito para excluir o termo “distribuição”, que não cabe no ambiente da internet. O inciso VII do mesmo artigo também será reeditado para abranger o formato da televisão digital, especificamente para a internet, o ministério poderá publicar outro projeto de lei no futuro ou normas específicas poderão ser criadas pelo órgão provisoriamente chamado de IBD.

Os segredos da tecla Alt Gr

Publicado por Edgar junior Em 09/07/2010

Teclado padrão de computadorSe você tem um notebook, deve saber que para digitar o caractere / , que é usado na separação de datas e é o separador de pastas nos sistemas Linux, é necessário pressionar simultaneamente as teclas Fn e 0. Mas você sabia que também pode digitar esse caractere pressionando Alt Gr + Q?

Se você está escrevendo um texto e precisa escrever nele a letra grega ß, você vai na opção de inserir símbolos do seu processador de textos? Você abre o Mapa de Caracteres e copia a letra? Você digita B e muda para a fonte Symbol? Ou você sabia que pode inserir esse caractere pressionando Alt Gr + S? (Update: conforme disse o Marco, nos comentários, o caractere ß não é um beta, mas um Eszett. Como diz minha professora de Geometria: esqueçam o que eu falei :d )

A tecla Alt Gr é uma tecla modificadora, similar à tecla Shift. Essas teclas foram colocadas por razões de economia no projeto original do IBM PC.  Com a tecla Shift, é ativada a segunda função de uma tecla qualquer, a saber: um outro caractere, escrito acima do caractere principal da tecla ou a mudança no estado de capitalização da letra. Já a tecla Alt Gr serve para acionar a terceira função de uma tecla e, mais do que isso, a combinação Shift + Alt Gr permite ativar uma quarta função!

Os fabricantes de teclados nos mostram poucas teclas que têm uma terceira função que pode ser acionada com Alt Gr, a saber, por exemplo, as teclas de 1 a 3, que imprimem expoentes, o 4, que imprime o símbolo de Libras e as teclas de fechar e abrir colchetes e chaves, que mostram os símbolos ordinais. Mas, não se engane: praticamente TODAS as teclas alfanuméricas de seu teclado possuem uma terceira e quiçá uma quarta função. A lista é reproduzida abaixo, considerando-se a tecla Caps Lock desligada. Eu recomendo que você imprima esta página: com esses pequenos truques, você poderá economizar um tempo precioso nas tarefas do seu dia-a-dia.

Meu interesse por esta tecla veio depois que o Edgar me disse que era possível fazer a / com a letra Q. Ninguém sabe ao certo o que Alt Gr significa, mas especula-se que seja “alternate graphic”, no caso, alternar os gráficos impressos na tela. Nos teclados das estações da Sun, a tecla se chama Alt Graph. A tabela a seguir foi produzida em um teclado ABNT2 e poderá sofrer variações em outros layouts.

TECLA SHIFT ALT GR SHIFT+ALT GR
¬ ¬
1 @ ¹ ¡
2 # ² ½
3 # ³ ¾
4 $ £ ¼
5 % ¢
6 ¬ ¨
7 & {
8 * [
9 ( ] ±
0 ) } °
- _ \ ¿
= + § ˛
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o O ø Ø
p P þ Þ
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a A æ Æ
s S ß §
d D ð Ð
f F đ ª
g G ŋ Ŋ
h H ħ Ħ
j J j J
k K ĸ &
l L ł Ł
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